Centro 2020
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MEDIDAS DE MELHORIA DO DESEMPENHO ENERGÉTICO DA PISCINA DE ALHADAS
DESIGNAÇÃO DO PROJETO Medidas de melhoria do desempenho energético da piscina das Alhadas
CÓDIGO DO PROJETO CENTRO-06-1203-FEDER-000080
OBJETIVO TEMÁTICO Apoiar a transição para uma economia de baixo teor de carbono em todos os setores
REGIÃO DE INTERVENÇÃO Região Centro
ENTIDADE BENEFICIÁRIA Município da Figueira da Foz
DATA DE APROVAÇÃO 25-02-2021
DATA DE INÍCIO 16-12-2016
DATA DE CONCLUSÃO 30-09-2021
DESPESA ELEGÍVEL 206 211,00 €
APOIO FINANCEIRO DA UNIÃO EUROPEIA Feder - 195 854,46 €
APOIO FINANCEIRO PÚBLICO NACIONAL/REGIONAL 80.484,13€
OBJETIVOS, ATIVIDADES E RESULTADOS ESPERADOS/ATINGIDOS
O presente projeto teve como objetivo:
-Instalação de um sistema solar térmico para produção de água quente sanitária forma a reduzir o consumo de energia para produção de água quente sanitária, instalando um sistema solar térmico.
- Instalação de um sistema solar fotovoltaico para autoconsumo para produção de energia elétrica para autoconsumo permite uma redução da dependência energética da instalação, tendo um impacto direto na redução dos encargos com a compra de energia elétrica à rede
pública de distribuição.
- Substituição do sistema de iluminação interior por luminárias mais eficientes e instalação de sistemas de controlo. Ora o sistema de iluminação interior representa uma importante parcela do consumo global de energia elétrica, sendo fundamental optar por equipamentos mais eficientes, nomeadamente de tecnologia LED, e que ao mesmo tempo garantam os níveis de iluminação adequados aos diferentes tipos de espaço. Associado a esta medida, há ainda a considerar a instalação de sistemas de controlo de iluminação de acordo com a ocupação e disponibilidade de luz natural dos espaços.
- Formação e sensibilização dos utilizadores do edifício para uma correta utilização de energia dos sistemas técnicos no sentido de reduzir os consumos energéticos, que irá permitir a otimização do uso das infraestruturas e equipamentos disponíveis, bem como um progressivo ajustamento dos perfis de funcionamento dos diversos equipamentos e do sistema de iluminação, que contribuirão para uma racionalização dos consumos energéticos.
- Instalação de uma cobertura ao nível do plano de água dos tanques da piscina. A água das piscinas perde energia por várias vias, mas as perdas por evaporação são as mais significativas, representando cerca de 70 % do total. A elevada taxa de evaporação da água
quente dos tanques da piscina são responsáveis por grandes perdas de calor bem como elevados custos com a climatização e desumidificação do ar ambiente. Assim, dados estes factos, é de extrema importância a utilização de uma cobertura do plano de água durante os períodos de não funcionamento do edifício, a qual irá permitir uma redução dos consumos de gás que podem variar entre os 10 % e os 40 % das necessidades de aquecimento da água da piscina, tendo ainda um impacto assinalável ao nível da redução dos consumos de energia elétrica pois reduz o tempo de funcionamento dos equipamentos electro-mecânicos de tratamento de ar.
- Substituição do sistema de produção de energia térmica por outros mais eficientes, tendo sido efetuado sua substituição por uma caldeira a biomassa (pellets), que permite eliminar a dependência de energia primária de origem fóssil, proveniente do gás propano.
- Outros investimentos necessários para garantir o bom funcionamento dos sistemas previstos a instalar. A implementação das medidas de melhoria associadas aos sistemas técnicos implicam uma componente adicional relativa à adaptação do depósito de água quente solar térmico à rede hidráulica existente, instalação de um sistema de ventilação mecânica para extração de ar na zona técnica para reduzir o impacto da corrosão, trabalhos de adaptação da rede elétrica de alimentação e comando, desmontagem de sistemas técnicos existentes, trabalhos de construção civil, ensaios, afinação, configuração e elaboração de manuais.
Verifica-se, assim, comparando a situação antes da intervenção e após a intervenção, que é alcançada uma redução de 58% de energia primária, cumprindo-se o objetivo imposto no âmbito do aviso CENTRO-03-2017-52 de se garantir um mínimo de redução em 30% no consumo de energia primária, face ao consumo verificado antes da realização do investimento.
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REABILITAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CONVENTO DE SEIÇA
DESIGNAÇÃO DO PROJETO Reabilitação e consolidação do Convento de Seiça
CÓDIGO DO PROJETO CENTRO-07-2114-FEDER-000292
OBJETIVO PRINCIPAL promover a conservação e valorização do património cultural, enquanto instrumento de sustentabilidade dos territórios designadamente através da sua valorização turística
REGIÃO DE INTERVENÇÃO Região Centro
ENTIDADE BENEFICIÁRIA Município da Figueira da Foz
DATA DE APROVAÇÃO 22/12/2021
DATA DE INÍCIO 06/03/2017
DATA DE CONCLUSÃO 31/12/2023
CUSTO TOTAL ELEGÍVEL 2.922.881,66€
APOIO FINANCEIRO DA UNIÃO EUROPEIA Feder 2.484.449,41€
APOIO FINANCEIRO PÚBLICO NACIONAL/REGIONAL 438.432,25€
OBJETIVOS, ATIVIDADES E RESULTADOS ESPERADOS/ATINGIDOS
Os objetivos desta intervenção poder-se-ão resumir como sendo: Recuperação e reutilização de um imóvel classificado, com um valor patrimonial e cultural de excelência para o município e para a região onde se insere; Requalificação deste valor patrimonial em presença, de forma a que o mesmo possa contribuir para o entendimento desta fase da História, e da História da Arquitetura Portuguesa; Valorização e dinamização deste monumento de valor patrimonial, transformando-o num fator de competitividade e desenvolvimento local e regional, designadamente como elemento catalisador do conhecimento, e da definição da identidade local e da qualificação territorial.
A proposta pode ser dividida em duas partes distintas: Igreja e instalações conventuais. Quanto à Igreja em processo de ruína, será efetuada a sua limpeza, e consolidação, permitindo o seu usufruto enquanto ruína. Testemunho do poder destrutivo do tempo e do triunfo da natureza sobre a cultura, a ruína confere, todavia, à paisagem, uma marca humana que a abre para uma dimensão histórica.
Quanto às instalações conventuais ou o que delas resta, as questões que se levantam são muito diferentes, uma vez que, para além da mesma limpeza e consolidação, elas devem albergar um programa funcional que inclui Musealização, Centro de Documentação e Investigação e Eventos de carácter Cultural e/ou Científico
Os resultados esperados são: Devolver este monumento e a sua identidade à população e ao visitante, permitindo a fruição do espaço e o desenvolvimento da cultura e do conhecimento histórico, através de um programa funcional de utilização, com a participação da comunidade e dos agentes locais, garantindo a sua preservação e sustentabilidade futura.

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O RIO QUE NOS UNE
DESIGNAÇÃO DO PROJETO O Rio que Nos Une
CÓDIGO DO PROJETO CENTRO-07-2114-FEDER-000257
OBJETIVO PRINCIPAL Conservação, proteção, promoção e desenvolvimento do património natural e cultural
REGIÃO DE INTERVENÇÃO Região Centro
ENTIDADE BENEFICIÁRIA Município da Figueira da Foz
DATA DE APROVAÇÃO 12-03-2021
DATA DE INÍCIO 01-03-2021
DATA DE CONCLUSÃO 28-02-2022
CUSTO TOTAL ELEGÍVEL 99.919,48€
APOIO FINANCEIRO DA UNIÃO EUROPEIA Feder 91.848,74€
APOIO FINANCEIRO PÚBLICO NACIONAL/REGIONAL 8.070,74€
OBJETIVOS, ATIVIDADES E RESULTADOS ESPERADOS/ATINGIDOS
Esta candidatura constitui-se como uma “parceria entre 3 Municípios: Figueira da Foz, Montemor e Soure (líder da parceria) tendo como elemento identitário do Território: o rio Mondego. Daí o nome que dá título à operação: O Rio que Nos Une.
Objetivos:
• Promover a dinamização turística e cultural dos concelhos de Soure, Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, tendo por base o património natural e cultural associado ao Rio Mondego, um curso de água que tem atuado como elemento integrador destes três territórios desde a sua exploração económica pelo Homem.
• Promover iniciativas que garantam o acesso, a fruição e a criação cultural e artística de uma forma não discriminatória, possibilitando o envolvimento direto das comunidades locais, enquanto expoente máximo da sabedoria tradicional, nas atividades do projeto.
• Promover e dinamizar o Rio Mondego enquanto elemento agregador do território e produto turístico diferenciador, com base no património natural e cultural (edificado e imaterial) existente, contribuindo para o incremento do turismo cultural na região.
Em suma, a operação “O Rio que Nos Une” visa implementar uma programação itinerante e em rede nos Municípios de Soure (Entidade Líder), Figueira da Foz e Montemor-o-Velho (Entidades Parceiras), assente numa oferta diversificada de atividades em torno do património natural e cultural associado ao Rio Mondego, património este que interliga os três territórios através de uma linguagem natural (paisagem) e cultural (património) comum, facto que deu origem à designação assumida.



