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Publicado o Decreto que reclassifica Mosteiro de Seiça como Monumento Nacional
Publicado o Decreto que reclassifica Mosteiro de Seiça como Monumento Nacional
Hoje é um dia de grande orgulho e alegria para os figueirenses: foi publicado no Diário da República deste 07 de julho, o decreto nº 13/2023, da Presidência do Conselho de Ministros, que amplia a área classificada do Mosteiro de Santa Maria de Seiça e reclassifica-o como «Monumento Nacional».
De acordo com a publicação, “ao seu inegável valor histórico e patrimonial vem somar -se o interesse assumido pela autarquia na sua reabilitação, justificando ambos a reclassificação e a ampliação da área classificada a toda a zona conventual”. O diploma que reclassifica o mosteiro foi visto e aprovado em Conselho de Ministros de 22 de junho de 2023. O decreto entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
Para o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, “ter no concelho um monumento que integra o património nacional é motivo de grande orgulho e é prova da valorização dada ao património histórico-cultural dos que aqui vivem”. Com o decreto em vigor, procede-se: à ampliação da área classificada, de forma a abranger a totalidade da área afeta ao Mosteiro e à reclassificação como monumento de interesse nacional, sendo-lhe atribuída a designação de «Monumento Nacional», de acordo com a legislação em vigor.
De fundação crúzia, o Mosteiro de Santa Maria de Seiça encontra -se referenciado desde 1162. Doado por D. Sancho I à poderosa Abadia de Santa Maria de Alcobaça, participou do papel fundamental que os monges agrários tiveram na reorganização do território durante o período da Reconquista Cristã, contribuindo de forma profunda para o desenvolvimento das povoações do estuário do Mondego.
A empreitada de reabilitação e consolidação do mosteiro é uma realidade e decorre a bom ritmo. De acordo com Pedro Santana Lopes, o mosteiro terá uma parte museológica e uma parte de interpretação histórica. “Tem de ter um grande roteiro histórico, até aos tempos da fundação da nacionalidade e à Ordem de Cister”. A obra encontra-se adjudicada à empresa Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, S.A., pelo valor de 2,7 milhões de euros (mais IVA), cofinanciados a 85% pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) e com prazo de execução de 24 meses.

