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Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, assinala meio século da aprovação da Constituição da República Portuguesa
No próximo dia 8 de julho, pelas 18h00, o Auditório Madalena Biscaia de Azeredo Perdigão acolhe a iniciativa "Constituição da República Portuguesa – 50 anos depois", promovida pela Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, assinalando meio século da aprovação da Constituição da República Portuguesa.
A sessão pretende proporcionar um espaço de reflexão sobre o significado da Constituição na consolidação da democracia portuguesa, promovendo o diálogo em torno dos valores da liberdade, da cidadania, da participação cívica e do Estado de direito.
O programa inclui uma evocação do contexto histórico e político que conduziu à aprovação da Constituição de 1976, bem como uma homenagem aos deputados figueirenses que integraram a Assembleia Constituinte: João António Martelo de Oliveira, Vítor Manuel Brás e, a título póstumo, Luís de Melo Biscaia. Será igualmente recordada a figura de Henrique de Barros, Presidente da Assembleia Constituinte e filho do figueirense João de Barros.
Um dos momentos centrais da iniciativa será o Diálogo entre Gerações, que contará com a participação dos alunos Margarida Carvalho, Matilde Subtil e Hugo Baeta, da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, representantes do Círculo Eleitoral de Coimbra na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, moderados pelo professor Fernando Lopes.
A sessão integra ainda uma intervenção do professor Mota Curto, dedicada ao enquadramento histórico da Constituição de 1976 e à sua importância para a construção do regime democrático português, culminando com um momento de reflexão e debate sobre os desafios atuais da democracia e da participação cívica.
Na entrada do auditório estará patente uma exposição temática dedicada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.
A iniciativa é de entrada livre e dirige-se a toda a comunidade, constituindo uma oportunidade para revisitar um dos marcos fundamentais da história contemporânea de Portugal e promover uma reflexão coletiva sobre os princípios constitucionais que continuam a sustentar a democracia portuguesa.


