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Figueira da Foz homenageou Bombeiros com monumento que é um símbolo de gratidão e reconhecimento
A Figueira da Foz viveu, ontem, um momento de homenagem e reconhecimento público aos Bombeiros da Figueira da Foz, numa cerimónia realizada na Rotunda dos Bombeiros, que contou com a presença do ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves, do presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, do presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, Lídio Lopes, e do Comandante dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz, Nuno Pinto.
A cerimónia teve início com a formatura e parada dos Bombeiros da Figueira da Foz, a passagem de revista às forças pelo MAI, seguindo-se as intervenções institucionais.
Na sua intervenção, Nuno Pinto sublinhou que o monumento “materializa a importância e o legado que os Bombeiros têm na Figueira da Foz”, destacando a entrega diária dos soldados da paz, tendo ainda pedido um minuto de silêncio em memória de todos os Bombeiros que perderam a vida no cumprimento da missão.
Por sua vez, Lídio Lopes destacou o simbolismo desta homenagem, afirmando que o monumento representa “um símbolo de justiça, de memória, de confiança no futuro e de tributo à bravura, ao sacrifício e à dedicação” dos Bombeiros.
O presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz agradeceu ainda a Pedro Santana Lopes a concretização desta obra, referindo que o Presidente da Câmara “concretizou, realizou, cumpriu”.
Na sua intervenção, Pedro Santana Lopes afirmou que este monumento constitui um “tributo de gratidão aos Bombeiros da Figueira da Foz”, mas também a todos os soldados da paz que, ao passarem pelo local ou sabendo da sua existência, se sintam igualmente homenageados.
O Presidente da Câmara Municipal destacou ainda que “é cada vez mais importante o papel daqueles que tratam da nossa segurança”, sublinhando o trabalho diário desenvolvido no concelho em matéria de proteção civil, segurança e prevenção, num contexto de crescentes desafios associados às alterações climáticas e ao risco de incêndio.
Pedro Santana Lopes deixou também uma palavra de reconhecimento ao escultor António Charneca, autor da obra, pelo “brio, beleza, brilho e elevação” do monumento, salientando que esta homenagem pretende unir todos em torno do reconhecimento devido aos Bombeiros.
O MAI, Luís Neves, afirmou sentir-se “profundamente honrado” por estar presente nesta homenagem, dirigindo palavras de gratidão aos Bombeiros pelo trabalho que realizam “todos os dias, quase sempre de forma silenciosa”.
Na sua intervenção, o ministro sublinhou que “os Bombeiros são a espinha dorsal da proteção civil” e que são, muitas vezes, “os primeiros a chegar, os primeiros a socorrer e a suportar a dor”, destacando ainda a importância de ouvir os Bombeiros e de criar condições adequadas e justas para quem está na primeira linha.
Luís Neves afirmou ainda que “governar é olhar pelas pessoas” e que a função política existe para servir o cidadão, deixando uma palavra de reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos autarcas em matéria de proteção civil e segurança.


