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António Canteiro no encontro de abril da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz
No âmbito do encontro mensal da Comunidade de Leitores da Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, na Figueira da Foz, no próximo dia 18 de abril, pelas 15h00, o escritor António Canteiro estará à conversa com os elementos da comunidade e todos quantos a eles se queiram juntar. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.
António Canteiro irá falar, sobretudo, do seu mais recente romance, “Inventor de Esquecimentos”, obra distinguida, em 2004, com o Prémio Literário Joaquim Mestre, atribuído pela ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo, e, em 2005, com o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores, na categoria de Literatura - melhor Livro de ficção Narrativa.
O romance “Inventor de Esquecimentos” inspira-se na vida de Varela Pècurto (Eduardo Francisco Varela Pècurto), um dos mais antigos fotógrafos portugueses. Natural de Avis, onde nasceu a 27 de abril de 1925, viveu grande parte da sua vida em Coimbra, cidade que retratou em inúmeras páginas
António Canteiro, pseudónimo de João Carlos Costa da Cruz, nasceu em 1964, em S. Caetano, e reside atualmente em Febres. Escritor e poeta, frequentou o Conservatório de Música de Coimbra e colabora regularmente com diversos jornais e revistas locais.
É autor de várias obras publicadas e premiadas, entre as quais “Parede de Adobo”, “Ao Redor dos Muros”, “Largo da Capella”, “O Silêncio Solar das Manhãs”, “Logo à Tarde Vai estar frio”, “Vamos então falar de árvores” , “Na luz das janelas pestanejam as sombras”, A luz vem das Pedras”, “A Casa do Ser”, “Não fosse um tumulto de um corpo”, “Noturno”, “O Sol incendeia o Alarido das Cigarras” e “25 Mulheres de Abril”.
A sua obra literária tem sido amplamente reconhecida, tendo recebido, entre outros, os prémios Alves Redol (2009-2015), Nacional de Poesia Sebastião da Gama (2013), de Poesia de Bocage (2015 e 2018), Bento da Cruz (2018), de Poesia António Cabral (2019), Literário Ferreira de Castro (2019), e de poesias Fausto Guedes Teixeira (2022), para além de diversas menções honrosas.


