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Ginásio Clube Figueirense atribuiu nome de Joaquim de Sousa ao Centro Náutico
O Ginásio Clube Figueirense (GCF) promoveu este domingo (dia 22), pelas 15h00, uma cerimónia de atribuição do nome de Joaquim de Sousa ao Centro Náutico da Fontela, dando assim cumprimento a uma decisão tomada, por unanimidade, em assembleia geral há cerca de um ano.
O pórtico com o nome de Joaquim de Sousa foi descerrado pelo próprio e pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, na presença de muitos amigos, sócios e atletas do clube, colaboradores da Misericórdia Obra da Figueira, instituição da qual é provedor, ex e atuais autarcas – o presidente da Assembleia Municipal, José Duarte Pereira, os vereadores do executivo, Manuel Domingues e Ricardo Silva, e o presidente da Junta de Vila Verde, Lourenço Silva.
José António Martins Tomé, presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube, que abriu o período de intervenções, referiu-se à cerimónia como “singela, mas muito importante para todos os ginasistas”. Já a presidente da Direção, Ana Rolo, sublinhou que com aquela cerimónia “o Ginásio tem a honra de atribuir o nome Centro Náutico Joaquim de Sousa”, a um espaço “que tão bem representa a cultura clubista, através do investimento em infraestruturas que promovem o futuro, a formação, o envolvimento da comunidade”. A dirigente afirmou que homenagear Joaquim de Sousa “é mais do que um gesto simbólico, é o reconhecimento público de uma vida dedicada ao desporto, ao associativismo e, sobretudo, ao seu clube, Ginásio.”
Ana Rolo lembrou que Joaquim de Sousa foi “professor, homem de intervenção cívica e política, desempenhou funções de grande responsabilidade a nível nacional, sempre com o mesmo espírito de missão, dedicação e sentido de serviço.” e frisou que o Ginásio perpetuou este domingo a “sua memória e também o seu exemplo, que inspira todos os que acreditam, como ele acreditou, que o desporto é uma escola de vida.”
Já o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, deu os parabéns ao Ginásio pela iniciativa e agradeceu a Joaquim de Sousa, quer em nome do município, quer da “comunidade, da Misericórdia e de tantas outras instituições”.
Pedro Santana Lopes sublinhou que Joaquim de Sousa “serviu e serve de modo exemplar as causas nobres, sem nenhuma espécie de promoção, ou vantagem pessoal ou de honraria” e enfatizou a forma “notável”, como “sendo um homem frontal, firme, que não esconde aquilo que sente, consegue gerar tanto consenso, tanta admiração na generalidade dos setores da vida figueirense.”
Foi com emoção que Pedro Santana Lopes confessou que, no mandato anterior, o poder ter estado ao pé de Joaquim de Sousa, de “sentir o seu estímulo”, foi algo que lhe encheu a alma.
A cerimónia não findou sem que José Rolinho Sopas, sócio nº. 1 do GCF, fizesse ouvir, do alto dos seus 97 anos, sentidos “Vai d’Arrinca… Zás Trás… Ginásio, Ginásio, Ginásio!”


