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4ª edição da Figueira Champions Classic será “a melhor de todas”
Clássica deste ano com o maior pelotão de sempre e duas equipas estreantes
Teve lugar ao final da tarde da passada sexta-feira, dia 30 de janeiro, na sala “Figueira”, no Casino Figueira, a conferência de Imprensa da 4.ª edição da “Figueira Champions / Casino Figueira”, que contou com a presença de Carlos Pereira, diretor de segurança da prova; Fernando Matos, administrador do Casino Figueira - namimg sponsor da clássica; Pedro Pontes, em representação do Turismo Centro de Portugal, e Manuel Domingues, vereador do Desporto da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
O tiro de partida para a quarta edição da “Figueira Champions / Casino Figueira”, que Carlos Pereira considera “a melhor de todas “, será dado junto da Torre do Relógio, na Avenida 25 de Abril, pelas 11H45 (partida real às 12H00) do dia 14 de fevereiro, com um pelotão que contará, pela primeira vez, com a participação de 24 equipas (8 World Tour, 7 Continental Pro e 9 Continental).
A disputar o lugar cimeiro do pódio irão estar, pela primeira vez, corredores da Red Bull Bora HANSGROHE e da Lotto -Intermarché, que irão fazer companhia às equipas Movistar Team; Team Picnic PostNL; EEF Education Easy Post; NSN Cycling Team; Lidl- Treck; UAE Team Emirates (todas do World Tour); Equipo Kern Pharma; Euskatel -Euskadi; TotalEnergies; Tudor Pro Ciclyng; Cofidis; Q36.5 Pro Cycling Team; Caja Rural Seguros RGA (Continental Pro); Anicolor Campicarn; Feirense -Beeceler; Efapel Ciclyng; Aviludo -Louletano -Loulé Concelho; Credibom /LA Aluminios / Marcos Car; Feira dos Sofás - Boavista Ciclyng Team; AP Hotels &Resort - Tavira SC Farense; GI Group Holding -Simoldes - UDO e Taver - Ovos Matinados- Mortágua (Continental).
O responsável máximo de segurança da prova sublinhou que a clássica da Figueira da Foz é uma prova “solidificada no calendário mundial”, considerando que estará quase entre as 50 melhores das mais de duzentas do calendário da UCI e que a nível nacional a considera comparável, em “dimensão”, apenas à Volta ao Algarve.
O mesmo não adiantou nomes de corredores, para não “criar falsas expectativas”, uma vez que as equipas têm até 72 horas antes da prova para enviar a listagem final dos ciclistas que irão competir.
Relativamente ao percurso de 192,7 km, “lindíssimo”, será igual ao do ano anterior, uma vez que na opinião de Carlos Pereira se “encontra bem desenhado”, logo não “valia a pena mexer”, defendeu.
O mesmo lembrou que há quatro anos que o “Município faz um esforço muito grande para fazer esta prova”, que tem um custo atual de cerca de meio milhão de euros, metade suportado pela autarquia. Salientou também a importância das 17 freguesias, tendo advogado que se as mesmas forem tiradas “desta equação é quase impossível realizar este evento” e sublinhou o papel dos voluntários, “cerca de 800, uma coisa brutal”, tendo afiançado que não conhece nenhuma prova “que tenha tantos voluntários como tem esta”.
Fernando Matos realçou o “enorme sucesso das edições anteriores” e salientou o percurso “extremamente interessante da Figueira Champions Classic (FCC) que, “quase de forma impercetível, foi ganhando dimensão em crescendo.”
O administrador do mais antigo casino da Península considerou que a “qualidade da prova tem crescido” e que o nível dos apoios tem subido”, e que tal não é apenas por motivos de mecenato, mas sim por as empresas terem passado a “reconhecer na prova aquilo que ela tem de melhor para a Figueira da Foz, que é a exposição.”
Fernando Matos defendeu que a mesma, no plano internacional, “claramente bate tudo o que se fez na Figueira da Foz nas últimas décadas” e defendeu que a FCC tem um percurso de quatro anos em crescendo e que “ainda pode crescer, ter mais patrocinadores, nomeadamente as entidades públicas relacionadas com o setor e com a promoção do país”.
A dimensão internacional é extremamente importante para a nossa imagem e o que se vê da Figueira nesta prova é excecional”, referiu Fernando Matos.
Pedro Pontes, sublinhou que a Figueira Champions Classic é um “evento que dispensa apresentações no que concerne à importância que ele traz ao território” e lembrou que é um exemplo da “ligação direta do desporto ao turismo, cada vez mais vincada e que representa para a entidade regional “uma aposta forte” naquele que é o seu “plano estratégico para 2026, onde o turismo ativo e desportivo é um dos referenciais estratégicos”. A esse propósito salientou que a Figueira da Foz “tem abraçado não apenas aquilo que é a sua estratégia local, o desporto como uma ferramenta de atratividade do seu território, e que tal seja para a Região Centro do país “uma muleta e uma alavanca forte de captação de grandes eventos”.
Pedro Pontes considerou que esta prova tem uma base comunitária importante, pois envolve as comunidades locais, o que, “juntamente com o apoio crescente do tecido privado é o que faz com que a prova perdure”.
A Figueira da Foz é para a Turismo Centro de Portugal um “território naturalmente vocacionado para o desporto, mas acima de tudo que investe no desporto”, o que contribuí para o reforço da atratividade do território e da economia local numa época considerada “baixa”.
Para Pedro Pontes existe em volta deste evento desportivo um conjunto estruturado de produto, e que é “isso que cria raízes, atraí eventos e enriquece o nosso território.”
Já Manuel Domingues considerou que “a prova tem catapultado o nome da Figueira da Foz e as suas gentes para um patamar superior”. No entender do responsável pelo pelouro do Desporto, o Município e o Executivo perceberam que a Figueira devia ter outra relevância” e esta prova traz “reconhecimento nacional e internacional”.
O autarca frisou que o Município é o maior patrocinador do evento, “neste momento”, contudo, assumiu que “sem os patrocinadores seria muito difícil, concretizar a prova.”
Manuel Domingues agradeceu aos presidentes de junta, ao voluntariado, não só das juntas, mas também das coletividades, que “têm mostrado que com pouco se faz muito.”
O vereador espera que o público, principalmente o que se aglomera na subida do Vale do Leão, aja de forma correta, por forma a garantir a segurança, tão importante para o sucesso da prova.
A Figueira Champions Classic incluí ainda o “Vintage Day”, evento que, que entra em cena depois dos profissionais partirem, para um trajeto reduzido.
Um dia após a clássica, a 15 de fevereiro, realiza-se a prova destinada aos amadores, o “Figueira Champions Day / Casino Figueira”, que inclui o Granfondo. As inscrições decorrem até à próxima quinta-feira, dia 05 de fevereiro e, segundo Carlos Pereira, esperam chegar às mil. Ainda no dia 15 de fevereiro, com apoio da MAPEI, os mais novos vão poder viver momentos de alegria e energia na “MAPEI Kids Day.”
A transmissão da prova será efetuada em direto no canal Eurosport e na Sport TV. O mensário local “O Figueirense” mantém-se como media partner.


