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Património Arquitetónico foi mote para as comemorações das Jornadas Europeias do Património
Como já vem sendo hábito, o Município da Figueira da Foz associa-se, anualmente, à comemoração das Jornadas Europeias do Património, que visam sensibilizar para a salvaguarda e valorização do Património Cultural e que este ano tiveram como tema “Património Arquitetónico: Janelas para o Passado, Portas para o Futuro”.
O programa de atividades diversificadas e gratuitas, promovidas pela Divisão de Museu, Património e Núcleos; a Divisão de Biblioteca e Arquivos e a Divisão de Monumentos Históricos, partilhou, valorizou e brindou a identidade do património cultural da Figueira da Foz.
No dia 19 de setembro decorreu, direcionada ao público escolar, uma sessão sobre a importância da ruína da Torre de Redondos/Castelo de Buarcos, dinamizada pela equipa da empresa de conservação e restauro ArqueoHoje e da coordenadora do projeto SCI2ALL do CITEUC (Centro de Investigação da Terra e do Espaço da Universidade de Coimbra). No dia 20, teve lugar o Peddy Paper “Conheces a tua cidade?”, direcionado a famílias e que conduziu os participantes pelas ruas e curiosidades da zona histórica da cidade. Da parte da tarde decorreu, no Quartel da Imagem, uma oficina de Cianotipia, concebida em torno da temática das jornadas, que culminou num brinde simbólico aos 143 anos de elevação da Figueira da Foz a Cidade.
No dia 21, domingo, o Museu Municipal Santos Rocha abriu portas logo pela manhã, para um café e uma visita às suas coleções e ao próprio edifício onde se encontra instalado o espaço museológico, exemplar ímpar do vasto legado do arquiteto Isaías Cardoso.
O programa encerrou com uma visita noturna ao Mosteiro de Seiça, comentada pelos arquitetos Alexandre Alves Costa, Sérgio Fernandez e Miguel Ribeiro, autores do projeto de reabilitação deste Monumento Nacional.
Os cerca de 30 participantes puderam visitar todo o Mosteiro, inclusive o Coro Alto, habitualmente fechado ao público, num percurso enriquecido com curiosidades e algumas revelações acerca do monumento e do seu restauro, com uma passagem demorada pela exposição “Dispersos”, patente até 25 de outubro, numa parceria com o Museu Nacional Machado de Castro.
As JEP são sempre motivo para um despertar de consciências para a salvaguarda, partilha, promoção e valorização da nossa identidade cultural.


