Ecos, memória, corpo e território de Seiça inspiraram artistas
Foi entre as paredes ancestrais do Mosteiro de Santa Maria de Seiça que, durante entre os dias 18 e 25 de agosto, o silêncio histórico do espaço deu lugar ao ecoar de novas criações, ao sussurro de pincéis, a cliques de máquinas fotográficas, ao murmúrio de ideias que ganharam diferentes formas.
«Ecos de Seiça – Memória, Corpo e território» foi muito mais que uma residência artística; foi um diálogo profundo entre a herança de um território, a memória que ele guarda e a linguagem contemporânea de cinco artistas nacionais: Júlio Cunha, Susana Bravo, Filipe Rodrigues, MJ Cunha e Bruno Marques que transformaram o mosteiro num palco vivo onde o público testemunhou arte a nascer.
A energia destes dias ficou para sempre marcada nas pedras do Mosteiro e, claro, nas peças únicas que lá foram concebidas.
Em breve, todo o legado criativo concebido estará patente numa exposição no local que o inspirou, o Mosteiro de Santa Maria de Seiça. Será a oportunidade de o público ver o resultado de uma jornada de criação inspirada pelos ecos, as memórias e o corpo do Monumento Nacional, bem como do território “encantado” de Seiça.


