.
COPÁGUA 1: Ricardo Silva espera discussões produtivas e soluções concretas
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz acolhe desde ontem, dia 20 de março, o congresso subordinado ao tema “COPÁGUA 1- Água num clima de mudança, em debate no CAE”, organizado pela Comissão Especializada de Mitigação e Adaptação às Alterações Climáticas (CEMAAC) da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA).
Ao início da manhã, na sessão de abertura, destacou-se a posição transversal dos intervenientes, Rita Santos (Coordenadora do CEMAAC da APDA/ e quadro técnico da Águas da Figueira); José Martins Soares (presidente do conselho diretivo da APDA) e Ricardo Silva (vereador do Ambiente da Câmara Municipal da Figueira da Foz), assente na necessidade de existir um diálogo coletivo, uma interação e cooperação permanentes como primado para encarar os desafios impostos pelas alterações climáticas para assegurar a gestão integrada dos recursos hídricos.
Neste contexto, Ricardo Silva sublinhou o empenho do município na implementação de medidas e práticas sustentáveis para a gestão da água, que se assume “como um dever de todos”, colocando em destaque o recém-inaugurado Centro de Investigação de Correntes Marítimas, Movimento de Areias e Alterações Climáticas, na Serra da Boa Viagem, cuja atividade, em estreita correlação com a Universidade de Coimbra, se assume como uma mais-valia para a análise da importância deste bem essencial.
O autarca adiantou que a “transferência de conhecimento e a capacitação da equipa técnica” do Centro de Investigação “estão garantidas por um projeto Europeu, financiado, que tem arranque ainda este mês.”
Ricardo Silva sublinhou que “o município reveste a sua estratégia de atuação com a necessária exigência e constante adaptação, envolvendo a atuação conjunta de empresas, instituições e profissionais de forma a melhorar os serviços prestados, proteger os recursos e alargar as fronteiras do conhecimento e da adaptação”.
Os trabalhos, que o responsável municipal pelo pelouro do Ambiente manifestou esperar que sejam “um marco na nossa jornada coletiva para enfrentar os desafios hídricos com inovação, cooperação e determinação”, assim como os dias “repletos de discussões produtivas e soluções concretas” terminam esta sexta-feira, 21 de março, com mais um conjunto de debates, apresentações e a participação de diversos especialistas.


