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Figueira acolheu pela primeira vez uma edição da APG People HUB
A Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas (APG) promoveu na passada sexta-feira, dia 11 de outubro, no Auditório Madalena Biscaia Perdigão, mais uma conferência APG People HUB, desta feita sob o mote “A Liderança & Inteligência Artificial”.
Para Ricardo Fortes Costa, Vice-presidente da APG, esta conferência foi “o culminar de todo um movimento de disseminação e descentralização da atividade da APG pelo território nacional”, uma “jornada de descentralização, com a preocupação em estender a partilha de debate e de ideias do que tem a ver com gestão de pessoas”.
A APG People HUB – Figueira da Foz Edition, que contou com a colaboração da Coimbra Business School (CBS) e do Município da Figueira da Foz, que se fizeram representar, respetivamente, pelo Presidente, Alexandre Gomes Silva e pela Vice-presidente, Anabela Tabaçó, reuniu vários especialistas na área da gestão de Recursos Humanos e da Inteligência Artificial (IA), e promoveu uma profícua discussão, troca de conhecimentos e apresentação de novidades no campo da aprendizagem, formação, bem-estar e gestão de pessoas.
Alexandre Gomes Silva manifestou ser um gosto para a CBS colaborar com a APG, “que é um parceiro incontornável na área das ciências empresarias, na área da formação”.
Para o Presidente da CBS o tema que a APG trouxe à Figueira da Foz “não podia ser mais desafiante”, uma vez que com o “desenvolvimento exponencial da Inteligência Artificial, hoje há um conjunto de interrogações para as quais temos de encontrar resposta rapidamente”.
Por seu lado, a vice-presidente da Câmara, Anabela Tabaçó, salientou a necessidade de, face à evolução rápida da IA, ser necessário os líderes empresariais também terem de agir rapidamente “para captar o valor e diminuir o seu risco”.
“Com um impacto tão significativo, as organizações terão de assegurar a força e os trabalhadores devem trabalhar para adquirir novas competências”, advogou Anabela Tabaçó para quem a IA “representa uma forma de repensar a forma como trabalhamos e como educamos as futuras gerações”.
Na perspetiva da autarca “devemos abraçar esta mudança com responsabilidade e visão para que a tecnologia seja usada de forma ética e em prol da melhoria da qualidade de vida das pessoas”.


