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Bandas participantes no Encontro Ibérico de Bandas Filarmónicas recebidas nos Paços do Concelho
Decorreu na tarde de ontem (7 de setembro), no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a cerimónia de receção às bandas participantes no 34.º Encontro de Bandas, promovido pela Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (SMRIBS), no âmbito seu 130.º aniversário.
Este ano o encontro, que se realiza hoje, a partir das 14h45, conta, para além da banda anfitriã (35 músicos), com a participação de duas bandas provenientes da Região Autónoma da Galiza, Espanha. A Banda de Música da Associação Músico Crisanto - das localidades de Begonte, Rábade, Outeiro de Rei e Friol, da província de Lugo (50 músicos) e a Banda de Música de Salvaterra de Miño (35 músicos).
As bandas foram recebidas pela vereadora das Coletividades, Olga Brás, pelo vereador Ricardo Silva e pelo Chefe de Serviço de Coletividades, Juventude e Desporto, Nuno Rola, estando também presente a presidente da Junta de Freguesia de Ferreira-a-Nova, Susana Monteiro, o maestro Francisco Relva Pereira, a presidente e o vice-presidente da Direção da Sociedade Filarmónica Santanense, Marta Ângelo e Celso Patrão, respetivamente, bem como representantes das direções das bandas espanholas: o maestro Daniel Gregores Muñoz e a diretora da Banda de Música de Salvaterra de Miño e Armando Morales Branco, diretor da Banda de Música da Associação Músico Crisanto.
A vereadora Olga Brás deu as boas-vindas a todos, em nome de Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara Municipal, ausente devido a compromissos inadiáveis.
Olga Brás lembrou as 13 décadas de cultura, partilha, formação cívica, solidariedade, levadas a cabo pela Filarmónica Santanense, que “tanta honra e glória nos tem dado”, salientou.
A autarca aludiu à antiga ligação entre a Figueira da Foz e a Espanha e desejou às bandas espanholas uma proveitosa estadia.
Francisco Relva Pereira, considerou ser “uma grande honra” serem recebidos no Salão Nobre do Município, “que simboliza a beleza da arquitetura da Figueira da Foz e do país.” O mesmo enfatizou o facto de o Encontro Ibérico de Bandas ser “ímpar e inédito em Portugal” e poder vir a ser o “princípio de muitos acontecimentos”.
Por sua vez, Marta Ângelo considerou que “Comemorar 130 anos desta forma só nos pode fazer sentir honrados e gratos por conseguirmos fazer história na nossa aldeia”.


