.
Mosteiro de Santa Maria de Seiça acolhe primeira exposição temporária
O Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, presidiu na passada sexta-feira, pelas 18h30, à inauguração da primeira exposição temporária no Mosteiro de Santa Maria de Seiça «Da Ruína à Glória As Cicatrizes da História» da autoria de Gastão de Brito e Silva, que apresentou também a segunda edição do seu livro «Ruídos e Corroídos -Ecos de Tesouros Perdidos».
Pedro Santana Lopes salientou que o “o grande desafio é este espaço, este Mosteiro, não ter nos séculos que aí vêm o destino que teve noutros séculos” e frisou que o mesmo não “pode ser dirigido do centro do concelho”, pois tem de “ser vivido todos os dias”, e é “nesse sentido que estamos a trabalhar, salientou.
O presidente da Câmara garantiu ao presidente da Junta de Freguesia do Paião que o Mosteiro irá estar aberto para a festa de 15 de agosto, aventando a possibilidade de vir a ser realizada uma missa pelo Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, como inicialmente previsto para a inauguração das obras de reabilitação.
«Da Ruína à Glória As Cicatrizes da História» é a 40ª mostra da coleção de fotografias de Gastão de Brito e Silva, as quais servem o Projeto Ruin'Arte, - que dá voz ao património arquitetónico depauperado e conta histórias e estórias, que encerram memórias e desvendam valiosas lições que poderão contribuir para “Levantar de novo o esplendor de Portugal".
Composta por 46 fotografia, encontra-se organizada em sete grupos temáticos (Arquitectura Eclesiástica; Arquitectura Industrial; Arquitectura Militar; Arquitectura Palaciana; Arquitectura de Veraneio; Arquitectura Urbana e Arquitectura Vernacular).
Na narrativa expositiva foi incluído um conjunto de talhas douradas e outros fragmentos em madeira, do século XVII e XVIII, pertencentes aos altares da igreja do Mosteiro de Seiça, que foram recolhidos no local, pela Junta de Paróquia do Paião, quando do desmonte dos altares, e foram entregues a António dos Santos Rocha, para o Museu Municipal, em março de 1894.
Pode ser visitada ao sábado e domingo, das 14h00 às 19h00.


