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Presente na inauguração do L.E.M. Santana Lopes referiu que Lavos merece todo o apoio
Decorreu no passado domingo, dia 15 de outubro, pelas 15h30, a inauguração do Lavos Espaço Multicultural (LEM) e da exposição de fotografia e poesia de Sérgio e Mónica Morgado.
A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, do Presidente da Junta de Lavos, José Coelho Henriques da Silva, do 2.º Secretário da Assembleia Municipal e do Presidente da Assembleia de Freguesia, da vereadora Olga Brás e dos vereadores Manuel Domingues e Ricardo Silva e de representantes de autoridades civis e religiosas.
Impedido, por motivos de saúde, de ler o discurso que havia preparado, o presidente da Junta de Freguesia de Lavos, delegou na Secretária da Junta, Susana Carreira, essa tarefa.
A mesma começou por explicar a forma como nasceu a ideia de criar, em 2016, “um espaço- museu com vista a preservar o espólio cultural da freguesia”, com uma sala de exposições permanentes “constituída por peças já existentes e dispersas por entidades e locais bem como ofertas da população local”.
Sete anos após a apresentação da proposta ao Orçamento Participativo e devido a contingências várias, nomeadamente às condições físicas do espaço, o espaço foi finalmente inaugurado. De acordo com Susana Carreira “dentro do enquadramento da candidatura” e para “utilização em prol de Lavos”.
Designado de LEM, o espaço inaugurou a sua primeira exposição temporária, de dois filhos da terra, Sérgio e Mónica Morgado, sobre o “Ouro Branco, o sal que nos identifica”, salientou Susana Carreira.
“Esperamos que esteja seja o início das muitas atividades que podemos desenvolver neste local que tão bem pode representar a cultura Lavoense, que é de todos nós”, enfatizou.
Sérgio e Mónica Morgado apresentaram o seu trabalho, 11 fotografias e 11 poemas que as ilustram, resultantes de trabalhos académicos de ambos e que falam, segundo a autora dos poemas, das suas raízes, da sua cultura, da sua família.
A encerrar a cerimónia, Pedro Santana Lopes congratulou-se por, ao fim de sete anos, o espaço ser finalmente aberto, respeitando a vontade das populações e a fidelidade ao projeto. Felicitou também a “Junta de Freguesia, os artistas, Mário Silva, os serviços municipais, os artistas, a comunidade toda ela pelo enriquecimento do nosso património.”
Recuperou-se um espaço que vai “servir as artes, o património da freguesia, o património local e regional”, enfatizou o Presidente do Município.
No seu entender “Lavos, com a riquíssima história que tem e património também, merece todo o apoio” e é isso que o Município se encontra a fazer com o sal e com tudo o “que aqui vamos fazer com financiamento externo”, referiu.
Pedro Santana Lopes aludiu à diversidade de cada região, num país tão pequeno, bem como à forma como são marcadas “do ponto de vista, paisagístico, cultural, gastronómico” e à relevância de as preservar, conservar, respeitar e divulgar, salientando que “é isso que aqui hoje é feito”, e com que “naturalmente nos congratulamos e felicitamos”.
Decorreu no passado domingo, dia 15 de outubro, pelas 15h30, a inauguração do Lavos Espaço Multicultural (LEM) e da exposição de fotografia e poesia de Sérgio e Mónica Morgado.
A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, do Presidente da Junta de Lavos, José Coelho Henriques da Silva, do 2.º Secretário da Assembleia Municipal e do Presidente da Assembleia de Freguesia, da vereadora Olga Brás e dos vereadores Manuel Domingues e Ricardo Silva e de representantes de autoridades civis e religiosas.
Impedido, por motivos de saúde, de ler o discurso que havia preparado, o presidente da Junta de Freguesia de Lavos, delegou na Secretária da Junta, Susana Carreira, essa tarefa.
A mesma começou por explicar a forma como nasceu a ideia de criar, em 2016, “um espaço- museu com vista a preservar o espólio cultural da freguesia”, com uma sala de exposições permanentes “constituída por peças já existentes e dispersas por entidades e locais bem como ofertas da população local”.
Sete anos após a apresentação da proposta ao Orçamento Participativo e devido a contingências várias, nomeadamente às condições físicas do espaço, o espaço foi finalmente inaugurado. De acordo com Susana Carreira “dentro do enquadramento da candidatura” e para “utilização em prol de Lavos”.
Designado de LEM, o espaço inaugurou a sua primeira exposição temporária, de dois filhos da terra, Sérgio e Mónica Morgado, sobre o “Ouro Branco, o sal que nos identifica”, salientou Susana Carreira.
“Esperamos que esteja seja o início das muitas atividades que podemos desenvolver neste local que tão bem pode representar a cultura Lavoense, que é de todos nós”, enfatizou.
Sérgio e Mónica Morgado apresentaram o seu trabalho, 11 fotografias e 11 poemas que as ilustram, resultantes de trabalhos académicos de ambos e que falam, segundo a autora dos poemas, das suas raízes, da sua cultura, da sua família.
A encerrar a cerimónia, Pedro Santana Lopes congratulou-se por, ao fim de sete anos, o espaço ser finalmente aberto, respeitando a vontade das populações e a fidelidade ao projeto. Felicitou também a “Junta de Freguesia, os artistas, Mário Silva, os serviços municipais, os artistas, a comunidade toda ela pelo enriquecimento do nosso património.”
Recuperou-se um espaço que vai “servir as artes, o património da freguesia, o património local e regional”, enfatizou o Presidente do Município.
No seu entender “Lavos, com a riquíssima história que tem e património também, merece todo o apoio” e é isso que o Município se encontra a fazer com o sal e com tudo o “que aqui vamos fazer com financiamento externo”, referiu.
Pedro Santana Lopes aludiu à diversidade de cada região, num país tão pequeno, bem como à forma como são marcadas “do ponto de vista, paisagístico, cultural, gastronómico” e à relevância de as preservar, conservar, respeitar e divulgar, salientando que “é isso que aqui hoje é feito”, e com que “naturalmente nos congratulamos e felicitamos”.


