«Personagens à Solta» já a partir de setembro
Inserido no Projeto Fora de Portas que pretende dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas associações/ coletividades do concelho da Figueira da Foz que se assumem como polos de desenvolvimento cultural e recreativo das comunidades, desenvolveu-se um projeto que contribui para a dinamização artística, social e económica, sempre numa ótica de preservação, defesa, valorização e implementação de ações distintas que vão ao encontro da, sempre indispensável, democratização cultural.
«Maio Florido»; «Bandas ao Coreto»; «Concerto Quinta do Bill Sinfónico com Sociedade Filarmónica Figueirense e Filarmónica Quiaense»; «Personagens à Solta»; «Melodias de Natal»; «Concertos de Natal» e «Formação de Atores» são atividades integrantes deste projeto, algumas já desenvolvidas, outras em consecução e, em breve, em concretização.
«Personagens à Solta» sai à rua já a partir do dia 24 do corrente mês, numa programação que se estende até 3 de dezembro, contemplando um roteiro de atuações pelas várias freguesias do concelho. Relembremos que, ao longo do tempo, o Teatro assumiu um grande pendor cultural, com forte cunho filosófico, capaz de estimular o pensamento crítico de atores e de quem assiste à performance e desempenho dos artistas amadores, em cada um dos espetáculos.
Integram esta ação 11 grupos de teatro da Figueira da Foz- Grupo Cénico da Sociedade Boa União Alhadense; Escola de Artes do CAE; Quiaios Clube; Casa do Povo de Alqueidão; Grupo de Teatro Amador As Personagens; Páteo das Galinhas; Associação Viver em Alegria; Sociedade de Instrução Tavaredense; Sociedade Filarmónica Paionense; Mulheres de Tavarede e Grupo Musical Carritense, que percorrem várias coletividades e associações do concelho, de acordo com a disponibilidade e condições das mesmas, conforme cartaz em anexo (Casa do Povo de Lavos, Clube União Brenhense, Grupo Recreativo Vilaverdense, Grupo Instrução e Recreio Quiaense, Grupo Recreativo da Chã, Sociedade de Instrução Tavaredense).
Desta forma, o Município da Figueira da Foz descentraliza os espetáculos teatrais da cidade, promove a divulgação da riqueza e da abrangência dos distintos grupos teatrais que não atuando na sua freguesia se deslocam a outra, mostrando a própria arte de “saber fazer teatro”.
Citando Carlos Drummond “Ir ao teatro é como ir à vida sem nos comprometer”, proporcionado assim às comunidades locais e não locais a possibilidade de assistirem a espetáculos diversos que se assumem como ferramentas de comunicação e interação contra a ignorância e o combate ao preconceito de todas as formas.


