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Contrato-Programa para a realização do WRC Vodafone Rally de Portugal 2023 assinado na Figueira da Foz
Decorreu esta manhã, na Casa do Paço, a cerimónia de assinatura do Contrato-Programa com o Automóvel Clube de Portugal (ACP), os Municípios da Figueira da Foz, Arganil, Coimbra, Góis, Lousã e Mortágua, e a Turismo Centro de Portugal (TCP), que estabelece os termos necessários à realização do WRC Vodafone Rally de Portugal 2023, na Região Centro.
Finda a cerimónia de assinatura, à qual assistiram entidades civis e militares, seguiram-se as intervenções dos representantes dos Municípios e demais entidades.
O presidente da direção do ACP, Carlos Barbosa, frisou que “sem autarcas não há rally de Portugal” e congratulou-se por Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara Municipal da Figueira, o ter “acompanhado nesta aventura. “A Figueira da Foz fez parte do velho rally, da tradição” e “espero que a tradição se mantenha por muitos anos”, salientou.
Jorge Loureiro, vice-presidente da TCP deu nota que, segundo informações da AHRESP, já se verifica um “impacto real” do rally na atividade económica da região.
Para Jorge Loureiro a prova resulta de uma “parceria virtuosa de um conjunto de municípios e o ACP”, que preenche o propósito da coesão territorial.
O ACP é amigo da região centro e então reunidas as condições para que a edição 2023 possa ser melhor, do ponto de vista económico e da espetacularidade”, afirmou o responsável da TCP.
Os municípios signatários do Contrato-Programa estiveram representados, na sua maioria, pelos presidentes de câmara, à exceção de Coimbra e Góis.
Luís Paulo Costa (Arganil), Nuno Martins Bandeira (Góis), Luís Miguel Antunes (Lousã) e Ricardo Sérgio Marques (Mortágua) foram unânimes em afirmar que o Rally é um evento para manter, uma parceria “para robustecer”, “crescer de forma sustentada”, pois geral uma importante promoção e mediatização dos territórios de baixa densidade, como o são a maioria dos concelhos que recebe a prova.
O presidente da Câmara da Lousã fez votos para que “o Rally perdure em Portugal e cada vez mais no Centro de Portugal”.
Pedro Santana Lopes salientou que o regresso do Rally de Portugal à Figueira da Foz se deve a “uma oportunidade que surgiu” e foi tratada pela direção do ACP com “muita correção e lisura”. O autarca vincou a ideia de que o evento é de facto uma “excelente oportunidade, que irá trazer um “impacto enorme” ao concelho e à região e que espera que possamos continuar “por muitos anos esta colaboração prestimosa”.
Questionado pelos jornalistas, Pedro Santana Lopes referiu que o custo do município com a prova é de 300 mil euros, a que acresce o apoio logístico, contudo estes valores podem ser reduzidos por via de patrocínios. Relativamente à venda de bilhetes, o autarca afirmou “estar a correr muito bem”.


