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9º edição da Noite do Esqueletos com mais de 2600 visitantes

2019 10 31 hal

 

O Museu Municipal Santos Rocha foi palco, na passada quinta-feira, 31 de outubro, da 9ª edição da “Noite dos Esqueletos”, este ano sob o mote “Diabos à Solta – Mafarricos, tinhosos e Cornudos”, aliando à tradição anglo-saxónica do Halloween a crença popular no diabo, traduzida na desconstrução de alguns ditados populares.

A “Noite dos Esqueletos” criada em 2011, é mais do que uma simples noite em que homens, mulheres e crianças se mascaram de seres imaginários, fantasmagóricos e aterradores, brincando às doçuras e travessuras. É a noite mais divertida e assustadora do ano, em que os funcionários e colaboradores do Museu Municipal e muitos voluntários, dão largas à imaginação, e todos os espaços e peças servem de cenário para um não acabar de surpresas.

Este ano, durante 5 horas, o Museu foi o local mais divertido e diabolicamente assustador da Figueira da Foz, onde não faltaram surpresas e travessuras.

A 9ª edição da  “Noite dos Esqueletos” teve uma vez mais coordenação geral do ator e encenador Emanuel Rodrigues, que contou o apoio de Gabriela Amado e Ana Domingues, na caracterização.

Este ano, para além da equipa da Divisão de Cultura, o evento contou com o apoio, através da cedência de trajes e adereços ou oferta de materiais e serviços, de entidades como: 1.º e 2º Jardim Escola João de Deus; Escola Cristina Torres e Escola Bernardino Machado; Grupo de Teatro Amador - “As Personagens”, Mulheres de Tavarede, Conservatório de Música David de Sousa, Escola de Artes do CAE, Sociedade Instrução Tavaredense, Quiaios Clube, lojas Simulassão, Forevers Noivas e 1º Dragão, Grupo Recreativo Vilaverdense, Sociedade Filarmónica Dez d’Agosto, Bombeiros Voluntários, Kidart-eventos, Escola de Samba GRES – Unidos do Mato Grosso, Plasfil -Plásticos da Figueira SA, The Navigator Company e Celbi.

Entre as diversas entidades parceiras, voluntários a nível individual e funcionários e colaboradores do Município ativamente envolvidos, a “Noite dos Esqueletos” contou com a colaboração de cerca de 150 pessoas.

Ciência com “Que Diabo de Experiências! “

Para ajudar à festa no Museu, os monitores do Serviço Educativo Integrado da Divisão de Cultura (Núcleo Museológico do Sal e espaço Querer Saber do Núcleo Museológico do Mar) estiveram presentes na iniciativa com atividades de cariz lúdico-científico pensadas, sobretudo para famílias e para os mais pequenos.

 

Dois públicos, dois horários

Desde 2017, e porque o evento cresceu para além da capacidade de lotação do Museu Municipal, a “Noite dos Esqueletos” conta com dois horários distintos.

Entre as 18h00 e as 20h00, a animação foi dedicada às famílias e crianças, que, na sua maioria vestidas a rigor, puderam assistir à dramatização de “A Lenda da Ponte do Diabo”, realizar livremente o Percurso Pedagógico e participar em “Que Diabo de Experiências! “e ainda, complementar a sua indumentária com pinturas faciais alusivas ao evento, única atividade paga. 

Das 21h00 às 24h00, o espaço museológico ofereceu um conjunto diversificado de atividades, contextualizadas com decoração infernal, onde pulularam diabos, mortes e criaturas fantasmagóricas.

Recordaram-se excertos do “Auto da Barca do Inferno” e de “Todo o Mundo e Ninguém”, embalados por coros maléficos, mas afinados, e apreciaram-se danças diabólicas e uma recriação da Diablada boliviana.

Do programa fizeram ainda parte as performances do grupo de teatro “As Personagens”, da Escola de Artes do CAE, do Conservatório de Música David de Sousa, e do Grupo “Mulheres de Tavarede”.

Plano de segurança do evento

À semelhança de anos anteriores, e em articulação com os Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz, a Proteção Civil Municipal, a Cruz Vermelha Portuguesa | Delegação da Figueira da Foz e a empresa de segurança, o Museu teve um ponto de entrada e um ponto de saída, nos dois horários propostos, sendo a entrada de público no espaço faseada em grupos organizado (apenas no horário da noite), por forma a assegurar quer a integridade física dos participantes, quer a segurança do acervo do Museu.

 

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