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«Bichos de Pata Articulada» já andam pela Figueira da Foz

2018 08 bichos

Tarântulas, gafanhotos, escaravelhos, joaninhas, baratas e caranguejos são apenas alguns dos seres que, a partir de agora e até meados de outubro, podem ser vistos, a olho nu e também literalmente à lupa, na Figueira da Foz. Vivos e em terrários; em lâminas para examinar ao microscópio ou em fotografias e outros suportes, estão todos à espera da visita dos curiosos, dos medrosos e corajosos, dos que se arrepiam ou dos que se ‘pelam’ por estar o mais perto possível de criaturas mais ou menos peludas, com carapaça ou asas, que se escondem, camuflam ou exibem, mas todos, todos, com patas, articuladas, para andar na moda nesta estação.

Abriu a 13 de julho de 2018 a exposição «Bichos de Pata Articulada», que estará patente no espaço  Meeting Point até 14 de outubro. A inauguração contou, entre outras, com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, e do presidente da direção do Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra, Paulo Trincão.

Da responsabilidade do Exploratório - Centro de Ciência Viva (Coimbra), entidade com que o Município da Figueira da Foz tem mantido uma estreita e profícua colaboração, esta exposição é, para o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, «motivo de orgulho, já que vem satisfazer o desejo da Autarquia de ter uma oferta pedagógica e simultaneamente cultural e turística», razões que levaram a Autarquia a definir um calendário que vai permitir que a mostra seja visitada tanto por figueirenses como por visitantes, turistas e, a partir de setembro, também escolas. Para o edil, «Bichos de Pata Articulada» cumpre o objetivo «de despertar curiosidades e sensibilizar consciências, numa altura em que é claro, para todos, que é fundamental compreender a Natureza e respeitar o equilíbrio dos ecossistemas». Também Paulo Trincão considerou estar vencido o desafio lançado pela Autarquia da Figueira da Foz para a conceção de uma exposição científica e simultaneamente lúdica e cultural. «Bichos de Pata Articulada» é, para este responsável, «uma exposição que versa sobre a Biodiversidade e que, por isso, contribui para a literacia científica e ambiental».

O Secretário de Estado elogiou «a parceria articulada entre o Exploratório e a Figueira da Foz» e que resultou numa exposição que, afirmou, surpreendeu as suas expetativas. «É rica, é didática, é interactiva e é até ecléctica, porque acredito que vai agradar tanto às crianças como aos adultos, sejam eles leigos ou interessados no tema». Carlos Martins defendeu ainda que «é importante conhecer os ecossistemas para aprender a respeitá-los e para perceber a função que muitas destas espécies, que já andavam no Planeta Terra antes dos humanos, desempenham na nossa vida».

Para além do Meeting Point, também o Museu Municipal, à semelhança da  mostra «Dinossauros da Patagónia», acolhe núcleo expositivo desta exposição, «O Gabinete do Etimólogo», que pode ser visitado gratuitamente, mediante apresentação do bilhete de entrada na exposição principal,  patente no Meeting Point.
Entretanto, no Jardim Interior do Centro de Artes e Espectáculos, instalou-se também uma gigantesca uma libélula articulada, que tem feito as delícia de miúdos e graúdos.

A Exposição

A exposição “Bichos de Pata Articulada” apresenta-se como uma exibição simultaneamente artística e científica. O objetivo primordial é o de dar a conhecer ao público uma visão diferente sobre os artrópodes – animais de patas articuladas – evidenciando aspetos característicos destes animais. A exposição pretende despertar a curiosidade dos visitantes sobre diversos aspetos, como o ciclo de vida, a beleza, as dimensões, a força, a capacidade de camuflagem ou a importância que assumem nos vários ecossistemas terrestres.

Os artrópodes são os animais mais abundantes do planeta Terra, em quantidade e número de espécies, englobando cerca de 80% de todas as espécies. Mas além da abundância de espécies, é também notória a grande capacidade de adaptação destes animais, que podem voar, viver debaixo da terra, na água e em
qualquer parte do planeta, inclusive em climas extremos.


O ponto de partida para esta mostra científica e artística são os artrópodes, apresentados em distintos formatos ao longo de 22 módulos de grandes dimensões, que provocam a curiosidade do público através de informações e perguntas científicas, elementos de interação, espaços de jogos e terrários com animais vivos.

Assim, a partir de 13 de julho e até 14 de outubro, o Meeting Point é "invadido" por, entre outros bichos vivos,  formigas, escolopendras, aranhas, joaninhas e gafanhotos.


Informação detalhada sobre horários e preçário pode ser consultada em: https://www.cm-figfoz.pt/index.php/agenda/2529-bichos-de-pata-articulada

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