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Assinatura pública da empreitada de Requalificação Urbana do Cabedelo - 1.ª Fase

2018 07 20 cabedelo

Decorreu esta quinta feira, dia 19 de julho de 2018, no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho, a cerimónia de assinatura pública da empreitada de Requalificação Urbana do Cabedelo- 1.ª Fase.

Orçada em 2,64M€ + IVA, a obra adjudicada à empresa Luis Frazão, Ldª arrancará após a época balnear e tem a duração prevista de 15 meses, compreendendo a infraestruturação da zona-âncora do Cabedelo, com reenquadramento paisagístico da praça e criação de novas acessibilidade e zonas de estacionamento ordenado.«Esta é mais uma obra que tem como prioridade devolver um espaço nobre ao usufruto das pessoas, privilegiando o peão e a mobilidade suave mas não descurando a existência de tráfego rodoviário, com a criação de mais de 600 lugares de estacionamento legal, ordenado e regulamentado», afirmou o Presidente da Autarquia, João Ataíde, depois de saudar a presença das diversas autoridades e da comunidade da Freguesia de S. Pedro que se associou a este momento. «Este é um espaço urbano que estava degradado e que tem vindo a ser procurado por veraneantes e surfistas, conferindo-lhe um interesse estratégico para uma requalificação», sustentou. «Em síntese, e para além do parque infantil, esta fase contempla o recuo da estrada e do estacionamento, libertando a frente marítima para as pessoas, conforme aprovação da Plano de Praia, da APA e do POOC», afirmou João Ataíde. «Vamos respeitar quem lá está e acautelar os estabelecimentos que têm dado resposta à procura no Cabedelo, da restauração às associações e escolas de surf», aduziu ainda. Em relação ao Parque de Campismo, e uma vez que a zona intervencionada nesta primeira fase não contempla a área ocupada por este equipamento provisório, a Autarquia autorizou a sua manutenção durante o ano de 2019.

A obra foi apresentada pelo Eng.º António Albuquerque, Diretor do Departamento de Obras Municipais e Ambiente, que informou que existe a possibilidade de redefinição da proposta da praça e, consequentemente, da duna. «Dos elementos disponíveis, nomeadamente o levantamento topográfico que temos, de 1964, e das conversas tidas com quem há muito vive ou trabalha na zona, resulta alguma dúvida sobre o local exato onde termina a raiz do molhe, pelo que os pontos do seu traçado e onde este termina pode, ainda, vir a condicionar minimamente o desenho final nesta zona do projeto», explicou.
«As sondagens no decorrer da obra confirmarão todos estes detalhes e os acertos articulados na perspetiva de preservação da duna, da onda e de todos os fatores distintivos do Cabedelo», concluiu este responsável.

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