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Iluminação Pública torna Praia do Cabedelo «única daqui até ao mar do Japão»

2018 06 01 surf

A cerimónia de apresentação pública do projeto de Iluminação do Cabedelo decorreu na tarde de 1 de junho, nos Paços do Concelho, perante autarcas, representantes das forças de segurança, comunicação local e nacional e comunidade surfista. À mesma hora, na Praia do Cabedelo, decorria o segundo ‘round’ da competição da Liga Meo Surf que, em 2019, poderá já ter ‘baterias’ noturnas.

 

Oito torres de iluminação e mais de duas dezenas de projetores com tecnologia LED e sistema de telegestão prometem tornar a Praia do Cabedelo um destino obrigatório para surfistas amadores e profissionais.

O projeto que, em 2010, o Movimento SOS Cabedelo, com o arquiteto Miguel Figueira à frente de uma equipa de profissionais e amantes do surf, apresentou à Câmara Municipal da Figueira da Foz, vai finalmente concretizar-se, depois de, por apenas 3 votos, não ter vencido uma das primeiras edições do Orçamento Participativo (OP) local. O alinhamento do projeto com a estratégia municipal na área dos desportos de ondas e do turismo que lhe está associado, e a forte mobilização da sociedade civil aquando do OP, foram as razões que pesaram, segundo o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, na decisão de acolher a ideia e integrar a sua concretização no âmbito da requalificação do Cabedelo, inserida no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano Sustentável (PEDUS) da Figueira da Foz.

Na apresentação pública, coube ao engenheiro municipal António Albuquerque explicar a obra de eletrificação, assinada pelo eng.º Costa Pereira, que vai permitir aos amantes dos desportos de ondas usufruir do Cabedelo pela noite dentro, através de «uma solução com poucos custos de manutenção e exploração». A Eurico Gonçalves, em nome do Movimento SOS Cabedelo, coube agradecer o acolhimento, pela Autarquia, de uma ideia que, acredita, «vai conseguir atrair muita gente, desde logo pela novidade porque não há, de forma estruturada, nada idêntico ao que vamos ter no Cabedelo, daqui até ao mar do Japão é caso único», ilustrou. Francisco Rodrigues, da Associação Nacional de Surf, entidade organizadora da Liga Meo Sur, afirmou ser da mesma opinião: com a possibilidade de surfar à noite abrir-se-ão, no Cabedelo, novas oportunidades, até para a atratividade da prova realizada anualmente na Figueira da Foz. «Este é um bom exemplo de uma convivência feliz entre a sociedade civil e o poder municipal e, da nossa parte, fica a promessa de que, em 2019, regressaremos e com vontade de fazer umas baterias à noite», disse, agradecendo «em nome de todos os surfistas».

Para o presidente da Autarquia, João Ataíde, «o Cabedelo é uma jóia que importa trabalhar sem estragar, e é isso que estamos a fazer, no âmbito do PEDUS e de uma obra mais abrangente, que vai requalificar todo o espaço, com novos acessos e infraestruturas adequadas aos desportos de ondas e outros», sintetizou. O autarca agradeceu ainda a colaboração do Comandante do Porto da Figueira da Foz, lembrando que as questões de segurança estão a ser devidamente acauteladas.

A obra da iluminação da Praia do Cabedelo, com o custo de 50.000€, está incluída na intervenção global desta zona do Concelho, que terá início em setembro de 2018 e durará 12 meses, tendo o custo global de 2.640.000€.

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