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“A Última Rodada” de Rui Miguel Fragas, um longo poema em forma de contos na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz

2017 07 01 ruifragas

“A Última Rodada”, o mais recente livro de Rui Miguel Fragas (pseudónimo de Rui Féteira), foi apresentado ao público no passado sábado, 1 de julho de 2017, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, no âmbito de mais um encontro da Comunidade de Leitores. Simultaneamente, foi inaugurada, o hall do Museu e Biblioteca Municipais, a exposição de pintura “Ziguezague", do artista plástico Ulrich Hilmer, autor da capa do livro.

A apresentação da obra de contos coube a Fátima Coimbra, enquanto as leituras de trechos de “A Última Rodada” esteve a cargo da atriz figueirense Ana Madureira.

«São contos inspirados em memórias, próprias e familiares», explicou o autor, que tem na sua terra natal, Poiares, e na figueirense Serra da Boa Viagem as referências paisagísticas que dão corpo e voz a pessoas, animais, árvores, frutos e construções, recuperando, assim, um certo ‘universo infantil’, numa viagem literária ao tempo em que os amigos estão por todo o lado e podem assumir todas as formas. «Gosto de escrever sem pensar, tarde na noite, quando estou muito cansado e a parte racional e lógica está menos desperta», assumiu Rui Miguel Fragas. «É uma forma de ir mais fundo dentro de nós»,admitiu aquele que, para Ana Madureira, é «um brilhante poeta e contista, com uma veia humorística e uma dimensão ternurenta extraordinárias».

Na apresentação da obra com a chancela da Poética Edições, António Tavares, Vereador da Cultura e Vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, destacou a capacidade do autor de escrever poesia em prosa, neste livro, e abordar temas aparentemente mais indicados para a prosa em poesia, como acontece em «O Rumor das Máquinas», que se desenvolve «num mundo de metal, de rodas dentadas, que nos diminui», lembrou. «Aqui, há um universo de fantasia, mágico, onde tudo tem vida, um mundo mais habitável, próximo e colorido, tratado em forma de contos, mas que não deixa de ser um longo poema», concluiu.

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