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Isaías Cardoso perpetuado em Memórias no Ateneu Alhadense

2017 05 ateneu7

Em dia de 93.º aniversário, o Ateneu Alhadense, atualmente com um Rancho Folclórico com 40 elementos e uma intensa atividade regular, foi palco de uma sessão solene especial, marcada não apenas pela tomada de posse dos novos órgãos sociais mas também pelo lançamento do n.º 46 dos Cadernos Municipais, intitulado «Ateneu Alhadense - Memórias Soltas», da autoria do arquiteto Isaías Cardoso.

A cerimónia abriu com a atuação do Rancho Folclórico do Ateneu Alhadense, seguindo-se a constituição da mesa da sessão solene, presidida pelo edil figueirense João Ataíde. Integraram também a mesa José Duarte, presidente da Assembleia Municipal; António Tavares, vereador e vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz; Jorge Bugalho, presidente da Junta de Freguesia de Alhadas; Carlos Nunes, vice-presidente da Associação das Coletividades do Concelho da Figueira da Foz; Carlos Cação, presidente da direção cessante do Ateneu Alhadense, e José Monteiro, presidente da direção eleita.

Foi distinguida, como sócia honorária da coletividade, Maria do Céu Biscaia Leitão, tendo ainda sido entregues placas comemorativas aos elementos do Rancho que cumpriram 10 e 5 anos de atividade nesta formação etnográfica. Seguidamente, realizou-se a tomada de posse dos novos órgãos sociais, usando posteriormente da palavra os elementos da mesa, para saudar a longevidade do Ateneu Alhadense e a importância do associativismo, com o presidente da Autarquia a destacar «a genuinidade das nossas coletividades e o seu valor para a preservação da identidade e tradições locais».

Falecido em fevereiro deste ano de 2017, Isaías Cardoso distinguiu-se como arquiteto de projeção nacional mas nunca perdeu o contato com as suas raízes, mormente com o Ateneu Alhadense, onde cresceu por força da ligação entre o seu pai, músico e compositor, e a coletividade, para a qual assinou várias peças musicais. O n.º 46 dos Cadernos Municipais, que reúne as intervenções do arquiteto nas sessões comemorativas dos aniversários do Ateneu Alhadense, «revelam Isaías Cardoso como um bom contador e fiel depositário de histórias», afirmou, na apresentação da publicação, António Tavares. «Os textos agora publicados narram um pouco da história do Ateneu, e as histórias das nossas coletividades são também a história das nossas pequenas comunidades», aduziu o vereador, destacando os textos «Exortação aos Jovens» e «Exortação aos Menos Jovens», insertos na obra, como testemunhos do desejo expresso de Isaías Cardoso de ver renascer o 'seu' Ateneu, nomeadamente enquanto escola de música mas também numa lógica de abertura a novas atividades. «Não quisemos, com esta singela obra, mais do que homenagear o Arquiteto Isaías Cardoso e o Ateneu Alhadense», concluiu António Tavares.

Cumprindo um desejo de Isaías Cardoso, o n.º 46 dos Cadernos Municipais, «Ateneu Alhadense - Memórias Soltas», foi oferecido aos seus conterrâneos nesta sessão solene dedicada à sua memória e que contou com muitos dos seus familiares e amigos.   

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