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Colóquio: Santos Rocha, a Arqueologia e os Territórios da Figueira da Foz

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Em 2019, o Museu Santos Rocha celebra 125 anos de existência. Para comemorar este aniversário, o Município da Figueira da Foz está a desenvolver um conjunto de iniciativas ao longo do ano, entre as quais uma exposição e um colóquio. 

Através da exposição, que estará patente de 21 novembro de 2019 a 8 maio de 2020, pretende-se refletir sobre a ação do fundador e patrono do Museu Municipal, as realidades arqueológicas e os territórios da Figueira da Foz, desde as origens até à época contemporânea.

O colóquio, que terá lugar nos dias 21 e 22 de novembro, é organizado por este Município, em parceria com o Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra, com a colaboração de diversas entidades.

Terá duas conferências, a proferir por oradores convidados, e será enriquecido com comunicações e pósteres.

INF e Programa:  https://arqueologiafigueira.wordpress.com/

Colóquio: Inscrições gratuitas, mas obrigatórias: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScxjIrHTf9jecKerYTN_Maapr2aCl8qFbU8WbNmHgIMYeEx0g/viewform

Atualizado em 03-10-2019

Visitas: 42

Encontros de Cultura e Património da Figueira da Foz

2018 08 Cartaz Coloquio


Mais informações em:  https://encontrospatrimonio

O Município da Figueira da Foz pela Divisão de Cultura, junta-se à iniciativa de sinalizar o Ano Europeu do Património Cultural 2018 e as Jornadas Europeias do Património, promovendo o II Encontros de Cultura e Património da Figueira da Foz focando a visita real de 1882, por ocasião da inauguração da linha de caminho de ferro da Beira Alta.

Enquadrado no contexto político, social e gastronómico do final do século XIX, contamos com académicos, investigadores e especialistas deste período que lançam e propiciam uma visão multi e interdisciplinar sobre os aspetos marcantes deste acontecimento em Portugal, em particular no território figueirense. As suas análises permitem uma melhor compreensão dos efeitos resultantes, em termos socioculturais e políticos, da abertura da Linha da Beira Alta e da participação da família real na sua inauguração, partindo de uma revisitação das áreas temáticas estruturantes.

São as memórias desse evento que se pretende abordar neste evento a partir da mais variada documentação existente, contribuindo para a compreensão do presente, resgatando o passado.

O encontro é pautado por momentos de recriação dramática e musicais e encerra com um jantar evocativo com base no menu apresentado à família real a 3 de agosto de 1882.

O acesso ao evento é gratuito, mediante inscrição obrigatória visando atrair a participação de investigadores, estudantes, professores e a comunidade. O jantar é aberto ao público, com pagamento de uma inscrição.



Ficha de inscrição nas Conferências: https://goo.gl/forms/gYVAoSDoKG2bEnwx2

Ficha de inscrição no Jantar Evocativo: https://goo.gl/forms/UFJKrJ6RAYZYlDfD3

 

pdf Programa

pdf Call for Papers

Atualizado em 12-09-2018

Visitas: 504

maio.da cultura

 

2018 maiodacultura  logo

O Município da Figueira da Foz promove, durante o mês de maio, em que tanto Museu, como Núcleo do Mar e Biblioteca Municipais comemoram os aniversários da sua fundação, a primeira edição do evento «maio. da cultura», um programa agregador de atividades culturais, que tem como objetivo não só promover e divulgar de forma articulada e integrada a oferta cultural desses espaços culturais como também captar novos públicos.

A iniciativa agrega o «Maio é Museu!», um evento que conta já com seis anos de existência e pretende oferecer aos diferentes públicos do Museu Municipal e Núcleos Museológicos atividades culturais diferenciadas, e também as Comemorações do Aniversário da Biblioteca Municipal.

O programa comemorativo do aniversário da Biblioteca Municipal é diverso e aposta principalmente numa Feira de Troca de livros (para o público infanto-juvenil), na Oferta Pública de Livros (público em geral), e a 24 de maio, pelas 21h00, na Tertúlia “Livros Interpares”, na qual participará José Augusto Bernardes (Diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra), António Tavares (escritor), Miguel de Carvalho (alfarrabista e editor) e Antero Urbano (Bibliófilo), e na inauguração da exposição “ Tipografias Figueirenses”.

 

Atualizado em 10-05-2018

Visitas: 518

Centenário da Morte do Maestro David de Souza

2018 david sousa

O Município da Figueira da Foz assinala o centenário da morte do Maestro David de Souza, «estrela cadente na música portuguesa: brilhante, como qualquer estrela cadente; e, como qualquer estrela cadente, fugaz também», com um conjunto diverso de iniciativas, que irão culminar em outubro de 2018, mês do seu falecimento.

Programa detalhado brevemente disponível.

 David de Souza ( 1880-1918)

Nasceu a 06 de maio de 1880, no "aterro do cais novo", hoje Rua da República e « tudo quanto na vida lhe aconteceu, passou-se nos breves 38 anos da sua existência. Mas o que nesse curto prazo lhe aconteceu, mesmo à escala mundial, foi imponente.

Começa a 6 de Julho, com um recital de violoncelo no Conservatório que o formara. Mas, fiel à terra natal, é na Figueira da Foz que dá o seu primeiro concerto público a 29 de Setembro no Ginásio Clube Figueirense.

O derradeiro concerto, sim derradeiro, porque abruptamente a morte o ceifou, dá-o a 3 de Maio de 1918.»

«Fugindo à pneumónica, vem para a Figueira, a férias; mas não logra escapar ao mal que vitimou milhares de pessoas, aqui também.»

Em David de Souza, a música perdia, a 03 de outubro de 1918, «o seu maior vulto figueirense, e um dos maiores vultos nacionais: além de violoncelista e compositor de grande promessa, que a morte gorou, foi também um notável professor de música e maestro excepcional.»

 

 

 

Atualizado em 19-04-2018

Visitas: 1104

Ano Europeu do Património Cultural 2018

2018 02 26 patrimonio

O Município da Figueira da Foz aceitou repto da Direção Geral do Património e irá participar ativamente no Ano Europeu do Património Cultural, através da organização de atividades diversas que possam contribuir para reavivar e reforçar a ligação das pessoas e das comunidades com o seu património, com as suas tradições, os seus saberes e os seus lugares.

 
Ver vídeo de promoção:

Ano Europeu Património Cultural

 

-  Percursos Temáticos pelo Património

Vila de Buarcos | Arte Nova| Cabo Mondego e Serra da Boa Viagem | Património Edificado| Espaços Culturais| Personalidades | Arte Urbana 


Julho e agosto 

Gratuitos, sujeitos a inscrição prévia: figueiraturismo@cm-figfoz.pt 

-  Encontros de Cultura e Património: Património Gastronómico - A Visita Real de 1882


28 setembro |  Assembleia Figueirense 

Programa detalhado brevemente disponível.

 

Atualizado em 03-10-2019

Visitas: 717

Ciclo de conferências « Temas de Arqueologia»

 

2019 02 temas arqueologia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2018 - Ciclo "Temas de Arqueologia" 

 

2018 arqueologia

Ciclo «Temas de Arqueologia» 2018 atraiu dezenas de estudantes de todas as idades

Jorge Alarcão, Carlos Fabião, Flávio Imperial e Vasco Mantas foram os palestrantes convidados para a edição de 2018 do ciclo de conferências «Temas de Arqueologia», que voltou este ano a animar o Museu Municipal Santos Rocha ao longo do mês de abril, numa realização que chegou ao fim na passada quarta-feira, 2 de maio, em virtude do feriado do dia 25 de abril. 

Ao longo de quatro quartas-feiras, sempre pelas 15h00, Jorge Alarcão levou a plateia numa “Viagem, no espaço e no tempo, pelo Baixo Mondego”; Carlos Fabião versou sobre «Os Romanos e o Atlântico»; Flávio Imperial recuou até «O achado de Maiorca: um naufrágio romano-republicano do século II a.C.» e, finalmente, Vasco Mantas abordou «As comunicações no Baixo Mondego na época romana».

Este ano subordinada ao tema “O Baixo Mondego: Dos Romanos à Idade Média”, a iniciativa «Temas de Arqueologia», resulta da parceria entre a Divisão de Cultura do Município da Figueira da Foz e a Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), no âmbito da sua disciplina de Património.

O ciclo «Temas de Arqueologia» tem vindo, ao longo dos anos, a seduzir uma plateia cada vez mais vasta. Aos alunos da disciplina de Património da Universidade Sénior da Figueira da Foz (USFF), que desde o início incluíram no seu currículo pedagógico esta iniciativa, juntaram-se, este ano, alunos do curso de Arqueologia da Universidade de Coimbra e muitos cidadãos interessados na História Local.


Programa: 

04 de abrilJorge Alarcão 

Viagem, no espaço e no tempo, pelo Baixo Mondego

11 de abril | Carlos Fabião 

Os Romanos e o Atlântico
pdf Cetárias, Ânforas e Sal: A exploração de Recursos Marinhos na Lusitania
pdf Uma História Resgatada ao Mar
pdf 
La Lusitania: Una Provincia Romana Atlántica
pdf Lusitânia Romana - Entre o Mito e a Realidade


18 de abril
| Flávio Imperial 

O achado de Maiorca: um naufrágio romano-republicano do século II a.C.

02 maio | Vasco Mantas 

As comunicações no Baixo Mondego na época romana



 


2017 - Ciclo "Temas de Arqueologia" Revisitar Lugares e Objetos 

 

2017 04 05 arqueologias

Programa: 

05 de abril | Alcarar 

As Intervenções no Assentamento Pré-histórico

19 de abril | A Arcainho do Seixo 

Conservação  e valorização de Monumentos Megaliticos


26 de abril
 | Bensafrim 

A epigrafia e Necrópole

 

 

2016 - Ciclo "Temas de Arqueologia" 

 

2016 arqueologias

Programa: 

06 de abril | Raquel Vilaça

Arqueologia de Santos Rocha: do resgaste à ciência aplicada

13 de abril | Marco Penajoia 

Complexo portuário de Montemor-o-Velho 


20 de abril
 | Flávio Imperial

Uma Villa Romana do Século I no Baixo Mondego

 

27 de abril | Patrícia Bruno

Arquiteturas de terra

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Atualizado em 09-04-2019

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