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Complexo Molinológico (Cunhas - Moinhos da Gândara)

moinhos mo gandara

No início do século XXI, no seguimento de uma política de valorização patrimonial, a Associação Mó-Gândara - Associação Cívica da Defesa dos Moinhos e do Ambiente, desbravou, em Cunhas, um terreno onde se sabia da existência de moinhos. Foram postas a descoberto as estruturas de dois moinhos que laboravam na mesma linha de água, muito próximo um do outro. 

A partir daí foi colocado em prática um projeto de recuperação e valorização deste património, que resultou na reconversão, recuperação e reutilização das ruínas e respetivos engenhos dos dois sistemas de moagem (um rodízio e uma azenha), integrando ainda algum património móvel encontrado na área das ruínas,  que permitiu reconstituir alguns espaços. 

Para complementar a leitura desta área e das suas vivências, integrou-se ainda um moinho de vento, uma eira e um forno tradicional. 

Espaço único no nosso território, o Complexo Molinológico, autêntico museu vivo implantado numa área agrícola de cerca de oito mil metros quadrados, foi adquirido em julho de 2018 pelo Município da Figueira da Foz, que, conjuntamente com a Associação Mó Gândara e a Junta de Freguesia do Moinhos da Gândara, pretende  requalificar o espaço dando-lhe com uma abordagem museográfica e expositiva que proporcione novas interpretações e o possa afirmar como um espaço cultural, pedagógico e identitário do concelho.


Pelo reconhecido valor patrimonial que encerra, o Complexo encontra-se, desde 2009,  classificado como Imóvel de Interesse Municipal.

Atualizado em 14-02-2019

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Moinho das Doze Pedras

moinho das doze pedrasMoinho de marés, localizado na margem direita do Rio Pranto, integrado na vasta unidade agrícola da Quinta do Canal.

 

Construído em 1778, com as suas moendas e engenhos, armazém de grão e farinha, é um testemunho raro da utilização da energia das marés para movimentação das suas mós. Diz-se ser o único conhecido na Península Ibérica, com 12 pedras.

 

Uma vez desativado de funções, foi, em1986, alvo de uma primeira recuperação feita pela autarquia. Património do Estado, foi reconhecido como imóvel de Interesse Público em 1990.

Atualizado em 09-09-2014

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Quinta do Canal

Localizada na margem sul do Mondego esteve, entre os séculos XVI e XIX, dividida em dois domínios. Um pertencente ao Mosteiro de Seiça até 1834, data a partir da qual, por extinção das ordens religiosas, passou para a posse do Estado.

 

A outra parte foi doada a Afonso de Arriaga e, mais tarde e até 1759 foi propriedade da Companhia de Jesus, No século XVIII o Marquês de Pombal doa-a, por determinação de D. José I, ao jurisconsulto José de Seabra da Silva que aí constrói casa e anexos agrícolas (adega, lagar,celeiros, etc).

 

Em 1898, a propriedade foi vendida pelos sucessores do Visconde da Bahia, a José Gonçalves Santiago, encontrando-se desde então na posse da mesma família.

Atualizado em 09-09-2014

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Farol do Cabo Mondego

farol cabo mondego

Situado no Parque Florestal da Serra da Boa Viagem, remonta ao século XIX (1835) a torre primitiva que serviu de farol até inícios do século XX e cuja obra foi confiada ao engenheiro Gaudêncio Fontana, que até 1847 dirigiu o serviço dos Faróis. A obra só seria dada por concluída em 1858, sendo já diretor dos Faróis Ipácio Vielle. Quem dirigiu os trabalhos foi o capitão-de-fragata Francisco Maria Pereira da Silva, que mais tarde viria a ser inspetor dos Faróis do Reino.

Em 1916, foi elaborada uma proposta formal de alteração do local de implantação do farol, o qual viria a ser construído mais a norte.

O atual farol começou a ser construído em 1917, ficando a obra concluída em 1922.

O edifício é formado por uma torre central e dois corpos longitudinais e o projeto inicial possuía um ótico lenticular de fresnel de segunda ordem alimentado a azeite. O novo projeto dispõe de inovações técnicas, designadamente: eletrificação geral e sinais sonoros (instalados em 1941, constituídos por uma trompa de ar comprimido que seria substituída em 1953 por um diafone da casa Barbier)A ótica que lhe foi instalada estivera até então no farol do Penedo da Saudade.

Este Imóvel está classificado como sendo de interesse municipal desde 2004.

Atualizado em 07-03-2017

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