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Casa do Paço

 

 

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Nas palavras de J. M. dos Santos Simões, nela se encontra uma das maiores coleções de azulejos holandeses de figura avulsa in situ do mundo.
Nascido em Évora em 1624, D. João de Melo era filho de D. Jorge de Melo, e de D. Maria Madalena de Távora. Foi Bispo de Elvas entre 1671 a 1673, de Viseu deste ano até 1684 e Bispo-conde de Coimbra desde então a 1704, ano da sua morte.

Em 1735 o cónego D. José de Melo e Mendonça, seu sobrinho, institui o morgadio da Figueira, o qual inclui a Casa do Paço, marinhas e terras de cultivo, a favor do seu sobrinho D. Pedro José de Melo Homem.
O morgadio passa então de geração em geração até D. Maria José de Melo Menezes e Silva. O seu marido recebe em 1810 o título de 1º Conde da Figueira. Como deste casamento não houve geração, por morte da morgada da Figueira, em 1818, o morgadio passa para D. Miguel António de Melo, que viria a receber o título de  1º Conde de Murça. Herda-o o seu filho D. José Maria de Melo, 2º Conde de Murça, o qual não teve geração, por isso o morgadio passa então para o seu irmão D. João José Maria de Melo, 3º Conde de Murça.

Em 1821, Frutuoso José da Silva, um importante negociante de Coimbra, celebra uma escritura de emprazamento do morgadio ao 1º Conde de Murça. Em 1861, através de uma escritura de sub-rogação celebrada com o 3º Conde de Murça, o morgadio passa para a sua posse, sendo definitivamente desvinculado dos bens da família Melo.
Poucos anos depois da sua morte, seu filho, o Comendador José António Leite Ribeiro, vende a Casa do Paço a Manuel dos Santos Júnior que em 1881 recebeu o título de 1º Barão do Paço da Figueira. Atualmente o piso nobre é propriedade da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Pelo menos desde os meados do século XIX, este edifício foi o centro da vida social e associativa desta cidade, tendo sido sede, por exemplo, de um Teatro (ca. 1823-1860), da Assembleia Figueirense (1857-1879), do Ginásio Clube Figueirense (1922-1930), da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (1922-2005), entre outros.
Em 1882 o rei D. Luís vem à Figueira da Foz inaugurar a Linha da Beira Alta, tendo a receção à comitiva real decorrido na Casa do Paço.
Em 1894, António dos Santos Rocha funda o Museu Municipal, sediado em Casa do Paço, onde esteve até ser transferido para o edifício da Câmara Municipal, em 1899.

Azulejos holandeses na Casa do Paço
Produzidos em Roterdão, nos primeiros anos do séc. XVIII, na olaria Delftsevaart, não se sabe ao certo como surgem na Casa do Paço. Uma das lendas acerca deste espólio refere a recuperação da carga de uma fragata holandesa que terá arribado ou naufragado junto à foz, em 1706, a qual teria sido posteriormente vendida pela Alfândega, e adquirida pelos proprietários da Casa do Paço.
Na Casa do Paço encontram-se quase 6700 azulejos, holandeses, de figura avulsa, a decorar as salas do piso nobre. Sabe-se que a atual sala da receção e a sala do torreão já tiveram azulejos, os quais foram removidos em 1865 pela entidade que à época estava sediada neste piso.
Atualmente são 4 as salas onde se podem encontrar esses azulejos, subdivididos em 3 temas: 2 salas com paisagens, 1 sala com temas bíblicos e 1 sala com cavaleiros.

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Contactos
Largo Professor António Victor Guerra, nº 4
3080-072 Figueira da Foz
GPS: 40°08’56.20”N; 8°51’34.40”O
Tel.:  +351 966 913 607
e-mail: teresa.folhadela@cm-figfoz.pt

Visitas


HORÁRIO: 

Terça a Sábado : 10h00 -17h00
Encerra às segundas, domingos e feriados.


Tel.:
+351 233 430 103 | +351 966 913 607

Preçário

Jovem / Sénior (12 aos 25 e > 65 anos) 1,20€
Adultos (25 a 65 anos) 2,45€
Família (mínimo 3 pessoas) 7,00€
Visita guiada – estudantes (16 a 30 pessoas) 5,00€
Visita guiada – grupo (16 a 30 pessoas) 30,00€

Atualizado em 26-10-2017

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Núcleos Museológicos

 

O Museu Municipal Santos Rocha aprofundou, no século XXI, a sua relação com o território, as gentes e as tradições do concelho da Figueira da Foz, através da criação de dois núcleos temáticos, que testemunham as múltiplas afinidades do Homem com a realidade marítima e do salgado tradicional.


O Núcleo Museológico do Mar e o Núcleo Museológico do Sal são importantes espaços de exposição de registos documentais, de apetrechos e marcos etnológicos, reveladores da identidade de diferentes comunidades e tradições.

 

Atualizado em 31-10-2014

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Património Natural

Concelho da Figueira da Foz, abençoado por uma posição geográfica privilegiada, possui um extraordinário património natural: arrozais, salinas, zonas dunares, zonas lagunares, serra, rio, mar, com elevado potencial ambiental e ecológico, que dão suporte a espécies e habitats próprios, atividades agrícolas e de pesca, bem como atividades de lazer e bem-estar.

 

Do rico património natural existente é de realçar os 12 km de praias de “finas areias”, onde pode apreciar a inconstância do rebentar das ondas espumosas e salgadas do Atlântico. Na sua maioria, com águas de “qualidade ouro”, reconhecidas pela chancela europeia da “Bandeira Azul”, estas praias fazem do concelho um destino de praia por excelência e são um convite ao lazer, a longas caminhadas à beira de água, mas também ao repouso ao sol.

A praia mais emblemática, a Praia da Claridade, salpicada de cor e alegria, cedo ganhou o epíteto de “Rainha das praias de Portugal”. Cortada por passadiços de madeira, que dão acesso a um mar de ondas de prata a perder de vista, no verão é povoada por típicas barraquinhas e chapéus-de-sol que oferecem porto seguro para momentos de puro relaxamento.

 

Também a destacar, o rio Mondego, que serenamente vem desaguar ao oceano, depois de ter atravessado a meio o concelho e de se dispersar em cursos de água bordejando terras que se fizeram das mais férteis.

A marcar o limite Norte da orizicultura nacional marque encontro, em Maiorca, com os magníficos arrozais do Baixo Mondego, telas naturais pintadas a cores intensas. Estas terras são habitat ideal para uma grande diversidade de espécies, como a cegonha e as garças.

 

A norte, na Gândara há planícies vastas, despidas de acidentes de terreno, de excelentes pastos e abundante gado. No centro, sobranceira ao mar, a magnífica Serra da Boa Viagem, que vigia comunidades piscatórias, enquanto outra serrania, igualmente verdejante, vigia vales agrícolas de feição marcadamente rural.

 

Ainda a norte deixe-se encantar pela tranquilidade do sistema de lagoas dulçaquícolas de Quiaios e Bom Sucesso, importante corredor ecológico e sítio de interesse comunitário, estando já integrado na Rede Natura 2000 (rede europeia de áreas designadas para conservar habitats selvagens e espécies raras, ameaçadas ou vulneráveis); a macieza do cordão dunar da praia de Quiaios, reconhecidamente importante em termos de biodiversidade (onde se descobrem plantas endémicas da Península Ibérica ou mesmo de Portugal, como, p. ex., as camarinhas (Corema album), com as suas bagas brancas de travo amargo) e que pode ser visitado através dos passadiços suspensos existentes ao longo de toda a extensão da praia.

 

Nas terras do lado sul do rio Mondego florescem “jardins de sal” envoltos por uma beleza indescritível. Marinhas de sal, puro e alvo, que fazem parte integrante da história, cultura e paisagem da Figueira da Foz, desde os primórdios da nacionalidade e merecem também a sua visita.

 

Ainda a sul do Mondego, na Borda do Campo, particularmente na primavera, perca o seu olhar no verde dos campos de arroz e deixe que a frescura que exala dos férteis solos arados, acabados de revolver atordoe os seus sentidos.

 

O concelho da Figueira da Foz é, sem dúvida, local ideal para quem gosta de sentir a magia da natureza e apreciar a beleza e o encanto das aves (são diversas as áreas de especial valor ornitológico).

 

Atualizado em 02-11-2014

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Atualizado em 27-12-2013

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